O Japão é daqueles destinos que não competem pela sua atenção. Ele não tenta impressionar com excesso, nem se oferece em espetáculo constante. Pelo contrário: ele exige presença. Quem chega com pressa até passa por ele, mas não entra de verdade. É comum ouvir pessoas dizendo que se prepararam meses para a viagem, estudaram rotas, salvaram mapas, montaram listas e assistiram a dezenas de vídeos. Ainda assim, voltam com uma sensação curiosa: viram muita coisa, mas viveram pouco